Como os Igarapés são Percebidos por Jovens Manauaras

A cada dia, o Planeta torna-se um lugar inabitável para as pessoas. Ao longo das últimas décadas, um conjunto de ações agressivas em relação ao ambiente provocou o rompimento do equilíbrio de ecossistemas. Primeiramente, em dimensões locais; posteriormente, alcançando escala planetária.
Movido pela insaciável necessidade de produzir, o sistema econômico avança sobre os estoques de recursos energéticos, que estão sendo explorados até a exaustão, conduzindo a um processo de entropia de ritmo vertiginoso que se apresenta na forma de efeito estufa, rompimento da camada de ozônio, desertificação, desequilíbrios climáticos, extinção da biodiversidade, poluição e contaminação da água, do ar e do solo.
As cidades são espaços que materializam o modelo econômico norteado pelo desperdício, pela abundância e pelo consumismo, que beneficia apenas os economicamente aptos ao desfrute, diminuindo as chances das futuras gerações. E como nenhum outro ambiente, as cidades refletem as contradições, as distorções e as perversidades do sistema.
As populações citadinas experimentam diariamente o desconforto provocado por um sistema que tem a cidade como espaço que está em primeira escala a serviço do capital destinado à circulação de bens, mercadorias e mão-de-obra. As cidades transformam-se em espaços humanamente desvalorizados, reduzidos à sua função.
Para uma cidade ganhar status de capital, metrópole regional ou megalópole precisa possuir shoppings, aeroportos, viadutos, rodovias e outros equipamentos urbanos necessários ao seu desenvolvimento. Itens como arborização, calçamento, saneamento básico, coleta e tratamento de esgotos, destinação adequada ao lixo produzido, acesso à água encanada e preservação dos mananciais não são aspectos considerados tão relevantes.
É comum que manauaras demonstrem grande indignação quando se deparam com a impressão, manifestada por estrangeiros e mesmo por brasileiros de outras regiões, de que Manaus é um lugar onde jacarés e onças passeiam pelos quintais e em cujos arredores habitam tribos indígenas. Ao contrário de dar interpretação pejorativa a essa percepção e sentir-se ofendido, o amazonense poderia atribuir-lhe sentido de reconhecimento de uma forma de existência harmônica com o meio ambiente, para orgulhar-se de ser povo da floresta.
Infelizmente, o legado indígena marcou apenas a nossa tez. A nossa alma foi marcada pelos valores da cultura exógena, fundamentada, entre outras coisas, na idéia de s uperioridade sobre a natureza que caracterizou e caracteriza a lógica de expansão da cidade de Manaus, determinando a fulminante degradação das áreas florestais urbanas e o aterramento dos igarapés em nome de uma concepção alienígena de progresso e bem estar.
Esses valores antiecológicos assimilados no processo ainda latente de colonização tornaram a realidade manauara bem diferente da idealização de que aqui só tem índio. Manaus é uma cidade encravada na floresta amazônica, mas que desconhece cotidianamente o seu berço. O meio urbano não acolhe o manauara porque não o reconhece. A cidade, de inspiração iluminista, parece comportar-se como célula que rejeita o que não identifica. É uma cidade erguida contra os pobres e pelos conflitos gerados nesse poço de excludência e desigualdade. É incessante a disputa por espaço para morar, caminhar e trabalhar, explicada, em parte, pela velocidade e violência do processo de urbanização que ocorreu em Manaus, que não permitiu uma adaptação gradativa da população às regras da vida urbana.
No discurso de agentes do governo, a conduta dos manauaras de não valorizar os igarapés e outros patrimônios da cidade resume-se a uma questão cultural. A deposição de lixo nos, a depredação de patrimônios públicos, são aspectos aparentes de um problema que envolve dimensões históricas, econômicas, sociais e inclusive de percepção do espaço.
Em um jornal de circulação local estava escrito como legenda de uma imagem que mostrava o lixo flutuando nas águas: “População dos igarapés convive harmoniosamente com o lixo depositado no leito dos mananciais”. Essa visão que coloca os moradores como responsáveis tem sido aceita pela população manauara e reforçada pelos meios de comunicação e por agentes públicos em discursos que responsabilizam essas populações pelas toneladas de lixo que são retiradas dos igarapés que drenam a cidade.
Nossa pesquisa abril a oportunidade a uma parte da população, moradora ou não das margens dos igarapés, de esclarecer qual o sentimento que tem em relação a esses igarapés. Recolhemos um aspecto significativo e pouco investigado que é a percepção da população a respeito de um dos problemas que tanto incomoda nossa cidade.
Nossas conclusões pretendem contribuir para elaboração de políticas ambientais e no planejamento de programas de educação ambiental para nossa cidade e mesmo para nosso Estado. Visto que a melhor maneira de evitar os danos ambientais é se antecipar a eles.
Esta pesquisa nos permitiu compreender a percepção de jovens manauaras em relação aos igarapés e nos deu a oportunidade de observa também a percepção dos limites espaciais e a interação com espaço que compreende o bairro.
Na análise dos mapas mentais concluímos que: no tocante à percepção dos limites espaciais, a maioria dos respondentes estabelece como bordas do bairro onde mora apenas a área compreendida por seus movimentos habituais. O bairro, portanto, restringe-se na memória à espacialidade cotidiana fixada pelo indivíduo, na qual ele realiza sua existência comunitária.
Foi possível também detectar que há uma baixa interação dos jovens entrevistados com o espaço do bairro. Há, de modo geral, um desconhecimento acerca do meio onde habitam. A maioria dos mapas mentais não apresenta detalhes sobre o local onde moram os respondentes. Os limites dos bairros também não são identificados, e os igarapés, mesmo estando nas áreas de circulação diária, não são identificados.
Esses resultados nos fizeram pensar que talvez a artificialidade na condução desses processos que determinam o nome das ruas e os limites dos bairros possa em parte explicar o desconhecimento demonstrado pelos respondentes em relação aos limites do bairro. A comunidade não é auscultada, não é uma prática dos órgãos públicos oportunizar a participação dos moradores para realizar mudanças de qualquer natureza no espaço. Isso associado à ausência de espaços destinados ao lazer, lugares com valor estético como parques, praças, somado a inexistência de calçadas para uma circulação segura pelo bairro e a sujeira das ruas criam sérias dificuldades para ampliar a interação dos moradores com o bairro.
As cidades carecem de uma boa imagem ambiental, de um ambiente característico e legível que ofereça segurança e que reforce a profundidade e a intensidade potenciais da experiência humana (LYNCH, 1997).
O espaço urbano se reproduz sem considerar as vontades, os desejos, as idéias enfim, o que as pessoas sentem. A relação das pessoas é regida pelo sentimento de impotência diante da cidade. O morador não se reconhece como elemento responsável pela produção do espaço urbano, que é produzido em função de finalidades estranhas às necessidades dos indivíduos e distantes de suas aspirações e utopias produzindo um espaço alienante, sem identidade entre sujeito e obra (CARLOS, 1994:63).
Como fortalecer a identidade dos jovens com o bairro e com a cidade. Ou mesmo como desenvolver uma consciência sobre a necessidade de preservação ambiental sem a constituição de uma experiência ambiental.
A baixa interação dos jovens entrevistados com espaço do bairro também torna difícil a compreensão do espaço urbano como meio ambiente, pois, apesar de próximo, é pouco vivenciado e compreendido. E conforme Tuan “espaços não-conhecidos são espaços não-amados”. O espaço urbano é alheio, não pertence ao simples morador da cidade, pois não há um cidadão maduro e ciente dos seus direitos.
Os espaços de diversão como cinemas, teatros, praças, parques, clubes estão todos localizados distantes do bairro. Em Manaus, muitas dessas alternativas estão encasteladas em shoppings e o acesso ao lazer, como bem de consumo é determinado de acordo com o papel de cada indivíduo dentro do processo produtivo da sociedade. O acesso não está ligado a proximidade ou não do espaço de lazer. Alguns de nossos shoppings fazem fronteira com áreas de igarapés, ocupadas por famílias extremamente humildes e isto de forma nenhuma facilita a possibilidade de freqüentá-lo.
As políticas públicas deveriam investir no planejamento de espaços de lazer antes que todas as áreas, inclusive as margens de igarapés, fossem ocupadas. A área do Centro Social Urbano do Parque dez que atrai a comunidade é um exemplo de sucesso e que talvez um modelo que indica um caminho para evitar a destruição de ecossistemas importantes para garantir mais saúde e bem estar a população. É necessário pensar que é possível aliar um urbanismo de inspiração humanista a sólidas bases técnicas, na elaboração de propostas de organização ambiental da cidade.
No entanto, a condução de um processo de construção de uma cidade ecológica, mais humana tem como condição fundamental o envolvimento de cidadãos capazes de conduzir o destino das cidades. Para isso, será necessário superar a herança de um estado que alcançou o desenvolvimento econômico em detrimento da noção de direitos políticos e de direitos individuais e que priorizou a ampliação do consumo enquanto o exercício da cidadania era amputado (Santos, 1996).
A vida coletiva e a formação do caráter dos indivíduos são fortemente influenciadas pelo consumo que age como verdadeiro ópio dos povos na sociedade atual, enfraquecendo a noção de individualidade que constitui um dos alicerces da cidadania e simultaneamente fortalecendo um individualismo feroz. Em vista disso, nossas cidades configuram-se, em sua maior parte, em espaços sem cidadãos. São áreas desprovidas de serviços essenciais à vida social e do individual. A percepção do espaço, na sociedade atual, torna-se parcial e truncada. Já que ao mesmo tempo em que é mundializado nos aparece como um espaço fragmentado.

Considerando a experiência dos entrevistados, foi possível concluir que: na cidade, o igarapé não é compreendido como elemento natural que precisa ser preservado. Os jovens acreditam que seus bairros seriam mais valorizados se os igarapés desaparecessem. Os serviços ambientais prestados pelos atuais canais de drenagem desnaturalizados (igarapés) não são percebidos. Mesmo morando numa cidade que no período das chuvas sofre com um enorme volume de água que precisa ser escoada.
Não se compreende o termo “igarapé” genericamente. Na cidade, os igarapés são elementos de topofobia. Isso nos revela uma contradição pois, quando os jovens afirmam não apreciar nada nos igarapés da cidade eles na realidade estão ressaltando que igarapé bom é igarapé limpo.
Mas apesar da escalada de destruição dos igarapés da cidade não destruiu nos indivíduos da faixa etária caracterizadora do universo desta pesquisa a idéia de igarapé como vetor de entretenimento e lazer.
O fato dos igarapés limpos aparecerem com forte valor recreativo parece indicar que para esses jovens respondentes o banho de igarapé ainda constitui uma forma de entretenimento, uma alternativa de lazer que pode ser buscada em sítios afastados da cidade.
As políticas públicas de lazer deveriam investir em áreas para práticas recreativas, privilegiando a construção de piscinas naturais como mecanismo de fortalecer os laços identitários e de sentimentos topofílicos. Essa alternativa ajudaria a tornar mais acessível a experiência deliciosa do banho de igarapé em piscinas naturais com águas limpas e correntes. Em vez de construir clubes com piscinas com altos custos na manutenção com base em produtos químicos.
Compreender que os jovens entrevistados percebem os igarapés da cidade como esgotos, valas fétidas que não merecem ser preservadas e que enfeiam a cidade é fundamental para alinhar o discurso de ambientalistas, educadores ambientais e agentes do governo na abordagem aos indivíduos que são alvo das campanhas e programas ambientais. Pode tornar-se extremamente improdutivo estabelecer um diálogo com a comunidade sem reconhecer a percepção que ela tem acerca do objeto que será foco de uma ação que pretende sensibilizar e estabelecer uma parceria com a população para preservação ambiental.
O fracasso de algumas iniciativas pode estar no fato dessas ações partirem da premissa de que todos compreendem a importância ecológica dos igarapés, quando na realidade, dado o grau de agressão que esses cursos d’água sofreram, na cabeça de alguns indivíduos estes não podem nem ser chamados de igarapés. Agir assim é apostar num diálogo esquizofrênico em que o ambientalista ou educador ambiental fala da importância ecológica de igarapés enquanto os moradores enxergam uma vala cheia de lixo e lama.
É necessário reconhecer que há diferenças na percepção de quem tem um contato direto, cotidiano e prolongado com determinada paisagem e os que tem um relacionamento indireto e esporádico. Essa dualidade no experienciar uma paisagem diretamente vivida e não-vivida deve considerada nos projetos ou programas de educação ambiental. Investigar a percepção permite compreender as atitudes de um determinado grupo que envolve um conjunto organizado de sentimentos e experiências, que influenciam a conduta individual e de grupo.
As ações educativas elaboradas pelos órgãos públicos deveriam considerar o valor recreativo que os jovens demonstram em relação aos igarapés não poluídos como ponto de partida e tentar esclarecer os serviços ambientais que os igarapés mesmos poluídos prestam ao ambiente. Uma ação educativa deve traçar estratégias para conduzir para a superação da visão de que os igarapés poluídos não servem para nada e que devem ser eliminados do ambiente. É um exercício de convencimento, já que, a conservação de qualquer meio é sempre sinônimo de respeito adequado ao patrimônio natural e pode ser considerada como a grande força modeladora, por meio de ações, escolhas e condutas quanto ao uso desse meio ambiente.
Eliminar o igarapé, em nome de um pseudoprogresso, produz a extinção de uma prática cultural: o “banho de igarapé”. Outro argumento importante é o esclarecimento acerca da importância dos igarapés como patrimônio cultural e que quando eles são eliminados parte do que nós somos também é destruído. Aquilo que nos diferencia e reforça nossa identidade deve ser alvo de investimento.

Na categoria utilidade dos igarapés, mostrou-se interessante o confronto entre duas concepções utilitaristas opostas: uma concepção de utilidade vinculada a um valor de uso de natureza difusa, em que os beneficiários não podem ser individualizados. Outra que atribuiu aos igarapés uma propriedade prático-utilitarista negativa, segundo a qual se revela uma visão de que o útil é o bom para o indivíduo unitariamente. Os respondentes não conseguiram ressaltar os serviços ambientais que os igarapés oferecem ao ambiente. Nem mesmo relacioná-los a água como elemento essencial à vida. As campanhas de educação poderiam esclarecer sobre os benefícios oferecidos a população, direta e indiretamente, com o funcionamento desses ecossistemas aquáticos principalmente nas áreas urbanas.
As cidades não podem continuar como parasitas da biosfera como observa Odum (1971) os ecossistemas naturais que estão dentro dos limites da cidade podem contribuir para a saúde pública e aumentar a qualidade de vida dos cidadãos urbanos, melhorando a qualidade do ar e reduzindo ruídos. As previsões são de que, até 2030, mais de 60% da população mundial estará vivendo nas cidades. Manaus já vive está realidade de um acelerado processo de urbanização e nós não podemos desprezar nossos ecossistemas naturais como fontes para obtenção de maior conforto na vida na cidade.
A respeito da proteção dos igarapés concluímos que: a principal estratégia para cuidar dos igarapés resume-se a “não jogar lixo neles”. Vemos dois sérios problemas neste aspecto. O primeiro, diz respeito ao fato de que a poluição dos igarapés é resultado do lançamento sem qualquer tratamento de efluentes domésticos e industriais direto nos cursos d’água que drenam a cidade. Portanto, não se pode falar em limpeza dos igarapés sem corrigir a principal fonte de poluição, o inexistente sistema de tratamento esgotos. As intervenções públicas conseguiram, até o momento, sanear os igarapés (na linguagem utilizado pelo poder público) por meio da aplicação da técnica transformando os igarapés em canais de drenagem urbanizados. Outro problema desta visão em que domina a compreensão segundo a qual a proteção e/ou recuperação dos igarapés da cidade podem ser obtidas pela simples retirada do lixo em suspensão. É que o lixo encontrado nos igarapés é facilmente associado ao fato de as margens estarem ocupadas e as campanhas de limpeza divulgam a idéia de que a simples retirada do lixo dos leitos dos igarapés é suficiente para protegê-los, apresentando para a sociedade os moradores das margens como culpados pelo dano ambiental. As campanhas ou projetos de educação ambiental estão sempre voltados para atingir, essa população ribeirinha numa tentativa de conscientizá-los da necessidade de não poluir os igarapés.

Quanto à visão de proteção também observou-se que essa compreensão segundo a qual a proteção e/ou recuperação dos igarapés da cidade podem ser obtidas pela simples retirada do lixo neles depositado, coincide com a proposta central das recentes campanhas veiculadas exaustivamente na mídia pelo Poder Público.

Quanto à visão de responsabilidade em relação aos igarapés: revelou-se nas respostas uma linha normatizada segundo a qual os responsáveis seriam as autoridades e, de modo geral, toda a sociedade. No entanto, no âmbito do termo “toda a sociedade”, estabeleceu-se um escalonamento da responsabilidade de cuidar, apontando para os moradores das margens dos igarapés a principal parcela de obrigação.

Quanto ao risco que os igarapés representam: a ampla maioria dos entrevistados associou os igarapés à contaminação e à possibilidade de contrair doenças. Em número expressivamente menor, foram citados riscos relacionados à morte por afogamento e acidentes; às enchentes e ao desabamento de casas; à poluição, genericamente, e à poluição visual; e à possibilidade de os igarapés desaparecerem.
O conceito de risco passou por uma transição: da idéia de risco associado ao perigo ou infortúnio para a de risco fabricado pelo impacto do crescente conhecimento humano sobre o mundo. Ou seja, hoje o risco liga-se a eventos ativamente avaliados em relação a possibilidades futuras, tais como a incidência de doenças e de mortes advindas da péssima qualidade das águas dos igarapés.
Os igarapés da cidade passam a ser percebidos, em sua realização espacial, indissociavelmente ligados aos danos que lhes sobrevieram, como se atributos fossem, em razão da desmedida intervenção humana no meio ambiente que, ao modificar radicalmente o lugar, destituindo-lhe de seus significados, deu-lhe conceito novo. Na cidade, a percepção dos indivíduos não apreende “igarapé”, mas “igarapé-poluído”.
Os entrevistados descrevem os igarapés da cidade pelas técnicas neles aplicadas. Invariavelmente, depois de uma intervenção técnica num igarapé, pouco ou quase nada resta de seu conjunto original de signos que lhe dá a conformação de lugar, passando a constituir, desse modo, um não-lugar, delineando um claro processo de naturalização da técnica.

A respeito do conceito de preservação dos sujeitos: os respondentes consideraram ser extremamente importante que as próximas gerações conheçam os igarapés limpos.

Quanto à topofilia: o igarapé limpo e conservado é identificado como lugar e paisagem que inspiram os mais altos sentimentos topofílicos, com ênfase aos valores estético, recreativo e ecológico. O igarapé é tipificado como um dos principais transtornos à qualidade de vida na comunidade. O igarapé “urbano” não é compreendido como um patrimônio cultural ou natural que deva ser preservado. Ao contrário, a compreensão corrente aponta para a idéia de que, sem a presença incômoda do igarapé, o bairro seria mais valorizado.

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2 respostas para Como os Igarapés são Percebidos por Jovens Manauaras

  1. oi quero saber mas sobre o assunto estou iniciando um trabalho de recuperacxao de igarapes

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